Foto: Dida Santos
Por mais de cinco meses, um enxame de abelhas encontrou morada no muro do quintal de uma residência no bairro Vila América, em Vitória da Conquista. A presença constante das abelhas tornou-se uma fonte de preocupação para os moradores da casa e seus vizinhos, que relatam múltiplos contatos com o Corpo de Bombeiros. Entretanto, os bombeiros informaram que não poderiam realizar o procedimento de retirada das abelhas.
Com a situação se agravando, os moradores buscaram alternativas. Uma equipe da Guarda Municipal, conhecida como Gama, visitou o local e demonstrou disposição em ajudar. Contudo, devido à complexidade do caso, uma solução definitiva não foi encontrada. O cenário se tornou ainda mais crítico quando uma criança de sete anos foi picada pelas abelhas, intensificando o senso de urgência entre os residentes.
Diante disso, a comunidade uniu esforços. Após conversar com amigos e vizinhos, o apicultor Léo, morador próximo ao local e experiente na manipulação de colmeias, tomou a iniciativa de resolver o problema. Equipado com roupas adequadas e conhecimento técnico, Léo assumiu a responsabilidade de retirar as abelhas. O comportamento inquieto do enxame, que agitava-se dia e noite, já era motivo de medo para todos os que viviam nos arredores.
Embora a ação de Léo tenha aliviado a situação, o caso levanta uma questão importante: e se esse enxame tivesse atacado uma família inteira? Quem responderia à sociedade? A história revela não apenas a força da união comunitária, mas também a necessidade de estruturas adequadas para lidar com situações como esta.
Um episódio que inspira reflexão e exige ação preventiva para proteger famílias e preservar o equilíbrio ambiental.