Foto: Reprodução / Ônibus são flagrados parados em Garagem em Salvador
Moradores de São Paulo, Salvador e Petrópolis (RJ) relataram neste domingo (25) sérias dificuldades para chegar aos locais de votação devido à redução da frota de ônibus. A situação, que contrariou decisões da Justiça Eleitoral, levantou suspeitas de boicote por parte das empresas de transporte coletivo, que teriam deliberadamente mantido veículos nas garagens em pleno segundo turno das eleições de 2026.

Salvador
Ônibus foram impedidos de sair das garagens, após denúncias de irregularidades.O TRE-BA determinou a prisão do secretário de Mobilidade, Pablo Souza, e estabeleceu multa de até R$ 1 milhão por hora em caso de descumprimento.O PT pediu a prisão do prefeito Bruno Reis (União Brasil), acusando-o de dificultar o transporte dos eleitores.
Petrópolis (RJ)
Moradores também relataram falta de ônibus para chegar às urnas.A Justiça Eleitoral acompanha a situação e avalia medidas emergenciais.A suspeita é de que empresas locais tenham reduzido a frota de forma coordenada.
Reações políticas e judiciais
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva acusou empresários e gestores de “banditismo” e pediu ao TSE a prorrogação da votação até as 19h.O TSE analisa relatórios dos TREs e pode adotar medidas adicionais para garantir o direito ao voto.A crise expõe fragilidades na logística de mobilidade urbana e amplia a tensão política no país.
Impacto
A suspeita de boicote das empresas de transporte em São Paulo, Salvador e Petrópolis coloca em risco o direito de voto de milhares de brasileiros e pode configurar crime eleitoral. A Justiça Eleitoral avalia responsabilização de gestores e empresários envolvidos.

