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Grupos pró-impeachment organizam protesto em frente ao STF, diz coluna

Com o apoio de deputados como Paulo Pereira da Silva (SD-SP), o Paulinho, algumas organizações pró-impeachment têm planejado um protesto em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF). De acordo com a colunista Mônica Bérgamo, da Folha de S. Paulo, a manifestação acontecerá na próxima quarta-feira (16), quando os ministros discutirão regras para tramitação do processo contra a presidente Dilma Rousseff. Um dos objetivos do grupo é instalar um telão para transmissão do vídeo no qual o ministro Edson Fachin declara apoio à petista durante a campanha de 2014. Nas imagens, Fachin lê um manifesto de juristas a favor de Dilma no segundo turno das eleições. Apesar de não apresentar resultado, o vídeo já havia circulado na internet quando o ministro foi indicado pela presidente para o STF. Nesta sexta-feira (11), Fachin negou pedido do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), para que o processo de impeachment volte a tramitar (clique aqui). Informações Bahia Notícias
Ministro do STF nega pedido de Cunha e mantém suspensão do impeachment

Foto: Nelson Jr./ SCO/ STF
O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta sexta-feira (11) pedido do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), para que o processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff volte a tramitar (entenda aqui). Com a decisão, segundo a Agência Brasil, o ministro reafirmou que a Corte vai julgar na próxima quarta-feira (16) a legalidade da Lei 1079/50, que define as regras do procedimento de impeachment. Fachin explicou que a suspensão de sua liminar é desnecessária, pois o plenário vai julgar se referenda a decisão na próxima semana. O ministro também admitiu o PT, o PSDB e o DEM no processo. Desta forma, esses partidos também poderão se manifestar sobre a legalidade da norma. Na última quarta-feira (9), Fachin suspendeu a tramitação do pedido de impeachment de Dilma até o próximo dia 16, quando a Corte deve julgar, a pedido do PCdoB, partido da base aliada do governo, a validade da Lei 1.079/50. Fachin acrescentou que vai propor aos demais ministros o rito que deverá ser seguido pelo Congresso para dar continuidade à tramitação do pedido de impedimento da presidenta. Segundo o ministro, seu voto permitirá que o processo possa continuar sem questionamentos sobre sua legalidade.
